Lucifer | 3×20 – The Angel of San Bernardino

Lucifer está na reta final de uma excelente temporada e sentiremos falta de algo tão bem escrito como foi esta. Dito isso, passemos então ao caso do dia, que revelou um anjo salvador de humanos em um mero assalto. Segundo Lucy e Amenadiel, nenhum de seus irmãos perderia tempo com tal assunto e Deus também jamais enviaria um de seus soldados para isso, logo fica a pergunta: quem matou o assaltante em meio ao salvamento da senhora que estava sendo assaltada?

Decker e Pierce estão vivendo o ápice de seu romance e, claro, tentando deixar as coisas profissionais a ponto de não atrapalhar uma investigação tão importante. Já nosso querido Lucifer vai procurar ajuda com Linda e descobre que isso pode ser uma reação do seu inconsciente ao romance de Caim com Chloe. Reação esta que pode estar ligada a ele fazer exatamente o que é contrário à sua natureza, o bem. E ao invés de sonambulismo normal, por que não voando? Baseado nisso, Lucifer se intitula como o anjo de São Bernardino salvador de pessoas ao dormir. Só que sem saber o que fazer direito, ele passa uma semana sem dormir, maratonando Bones, e Chloe sozinha investigando o primeiro caso: a morte de Kevin, o assaltante.

Claro que aparecem provas de que Lucifer realmente possa ser o tal anjo salvador, como uma algema quebrada na cama, um boneco que foi roubado na cena do crime da morte de Kevin… Mas após surtar um pouco e levar um enorme sermão de Decker, ele se toca que não há nada que ele possa fazer, uma vez que Chloe quase confessa estar amando ninguém menos que Marcus. Se em uma semana sem dormir Lucy praticamente endoidou, esta foi a gota d’água. Ok que ele não é lá o anjo mais bondoso que Deus criou, mas, gente, está dando pena já de ver nosso maravilhoso Lucifer sofrer tanto durante a temporada, né?

Como se não bastasse, ele conversa com Maze sobre tudo, até que a própria confessa que se aproveitou do caso para castigar Lucifer – já que ele só se importa consigo mesmo – e ferir Chloe no processo. Mas o tiro saiu pela culatra, uma vez que na hora H do plano Caim deu para trás ao perceber que Decker o ama de verdade. O assustou a ponto de quando confrontado por Lucifer sobre ferir Decker, ele confessou que não conseguiria fazer aquilo até o fim. E voilà, sua marca desapareceu. Se não foi Deus, eu não sei quem foi. Castigar alguém por toda uma eternidade até descobrir o amor é algo tão divido que vemos isso também com a história de Lucifer. Mas até que no final do episódio deu pena de ver o Marcus implorando para morrer.

P.S.: O caso do dia foi resolvido de maneira bem simples: o assassino de Kevin era o ator/marido de sua ex que contratou outro ator para ser um traficante que deixava o morto sempre drogado ao invés de ficar com sua família.